gindVolto a publicar aki depois de mto tempo. Tive vários assuntos a publicar, Dunga, a Seleção, mas a falta de tempo e capricho naum o permitiram. Mas volto aki iniciando com um assunto que sempre me deixou interessado.
Quem me conhece sabe que cinema é um dos meus interesses e até vícios. Natural q todo aficionado pelo cinema queira ter também suas opiniões. No entanto, devido à natureza desse blog naum vou publicar impressões sobre se gostei ou naum de um filme, mas q valores cristãos este filme respeita ou naum. Dessa forma, naum vou expressar minha opinião sobre os filmes Potter, por exemplo, visto ser esta uma questào bem mais polêmica do simplesmente gostar ou naum.
Mas vou começar esta seção com um filme q me pôs na obrigação de iniciar (e que na verdade me deu a idéia dessa seção. É o filme Uma Virgem em apuros (American Virgin), de 2009.
Na história, uma garota abstênia sexualmente é perseguida por um editor picareta (participação NADA especial de Rob Schneider) a perder a virgindade depois q em uma festa ela se embebeda e mostra mais do que gostaria. A partir daí ela é colocada em diversas situações em que sua pureza é testada e em cada vez aparece uma foto da moça em que seu "percentual de pureza" vai diminuindo até se descobrir q naum é ela, mas outra garota q se excedeu. Mas três meses depois ela resolve transar e seu nível de pureza (que começou em 100") chega à zero e ela se põe "finalmente satisfeita.
Esse filme é uma porcaria. Além de dramaticamente naum valer nada, ainda ridiculariza e leva um ativista da abstinência sexual a perder sua crença mostrando a virgindade, mais uma vez como um valor inalcançavel, coisa de hipócritas e q torna quem o pratica totalmente insatisfeito.
Isso é uma grande jogada dos inimigos dessa ideia q naum é ultrapassada, naum. Conheço várias pessoas q o praticam.
Posso dizer de carteirinha q é um valor plenamente realizável sim. Me casei e até o meu casamento eu e minha esposa soubemos nos controlar. Naum é fácil, naum é.
Mas é uma escolha q deve ser respeitada. E naum ridicularizada como é nos filmes americanos, em q o virgem é o pateta, o mal-amado e o cara q tem d desistir dessa ideia.
Isso é um valor, q faz com q a pessoa, valorize o sexo como algo especial, esperado e naum como algo q ele naum consegue ou naum quer.
Para mim, o abstênio sexual naum é contra o sexo. Mto pelo contrário. É um cara q valoriza o ato como algo esperado, desejado, parte de um momento com alguém especial e naum como um ato qualquer.
Os q saum contra o sexo saum os q o fazem sem nenhum pudor ou respeito pelo outro!
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domingo, 22 de agosto de 2010
terça-feira, 26 de janeiro de 2010
mensagem sobre o Haiti
segunda-feira, 18 de janeiro de 2010
Em memória de Zilda Arns no seu sétimo dia
Acabei de chegar da Igreja, onde o padre celebrou a Missa de Sétimo Dia em memória da Dra. Zilda Arns Neumann, que faleceu no último dia doze durante o terremoto que assolou o Haiti.
Não poderíamos deixar passar aqui a passagem dessa data. A doutora Zilda é aquela pessoa que nos orgulha de sermos brasileiros.
Mas não vamos aqui relembrar a vida da doutora Zilda, já que há órgãos mais competentes do que esse para isso. Mas vamos fazer algumas reflexões sobre o fato.
É interessante o tipo de comentários que se fazem nesse tipo de ocasião. A gente diz: "uma pessoa tão boa, porque foi tão cedo." Ou: "com tanto bandido por aí, porque foi ela, uma pessoa tão boa." Cabe aqui lembrar um comentário que foi feito uma vez, sobre uma ocasião parecida, acho que pela minha mãe: "Deus também quer os bons".
Outro comentário que ouvi foi que gente que estava na Igreja morreu, mas que em um presídio na capital federal, só foram abertos os cadeados e todos os presos fugiram e que eles estão "tocando o terror", na cidade.
Nos vivemos há dois mil anos, com Cristo, que venceu a morte, nos mostrou que ela não é o fim, mas ainda temos essas ideias absurdas sobre a morte.
A morte ainda nos parece um castigo que foi reservado aos maus, cabendo aos bons, não morrerem. AINDA ESTAMOS NA MENTALIDADE DA ANTIGA ALIANÇA, quando a morte eram um castigo. Mas "Deus também quer os bons ao seu lado, não só os maus." O comentário mais lúcido sobre esta situação quem fez foi o Padre Renato, que presidiu a missa: " A dra. Zilda cumpriu a sua missão e agora do céu ela está nos abençoando e vai fazer com que a sua missão fortifique cada vez mais." E ele ainda disse que já espera uma canonização da doutora Zilda, algo que acho mais do que justo pelo tanto de vidas que ela salvou, através do seu trabalho na Pastoral da Criança.
E que no local da explosão irão construir um santuário a ela.
Espero que seja Deus quem esteja inspirando estas pessoas porque ela merece.
Interessante observar, como o disse ainda o Padre Renato, que o trabalho dela, foi feito pela metodologia de Cristo: através de pequenas comunidades, no silêncio, com simplicidade salvou milhares de vidas.
A Doutora Zilda é mais uma pessoa que está no céu ao lado de Deus, nos abençoando, e recebendo a "coroa da Glória", pelas vidas que salvou.
Descanse em paz, Zilda Arns.
E que esteja ao lado de Deus abençoada pelos anjos recebendo a sua Recompensa.
Deus te abençõe e
obrigado.
Não poderíamos deixar passar aqui a passagem dessa data. A doutora Zilda é aquela pessoa que nos orgulha de sermos brasileiros.
Mas não vamos aqui relembrar a vida da doutora Zilda, já que há órgãos mais competentes do que esse para isso. Mas vamos fazer algumas reflexões sobre o fato.
É interessante o tipo de comentários que se fazem nesse tipo de ocasião. A gente diz: "uma pessoa tão boa, porque foi tão cedo." Ou: "com tanto bandido por aí, porque foi ela, uma pessoa tão boa." Cabe aqui lembrar um comentário que foi feito uma vez, sobre uma ocasião parecida, acho que pela minha mãe: "Deus também quer os bons".
Outro comentário que ouvi foi que gente que estava na Igreja morreu, mas que em um presídio na capital federal, só foram abertos os cadeados e todos os presos fugiram e que eles estão "tocando o terror", na cidade.
Nos vivemos há dois mil anos, com Cristo, que venceu a morte, nos mostrou que ela não é o fim, mas ainda temos essas ideias absurdas sobre a morte.
A morte ainda nos parece um castigo que foi reservado aos maus, cabendo aos bons, não morrerem. AINDA ESTAMOS NA MENTALIDADE DA ANTIGA ALIANÇA, quando a morte eram um castigo. Mas "Deus também quer os bons ao seu lado, não só os maus." O comentário mais lúcido sobre esta situação quem fez foi o Padre Renato, que presidiu a missa: " A dra. Zilda cumpriu a sua missão e agora do céu ela está nos abençoando e vai fazer com que a sua missão fortifique cada vez mais." E ele ainda disse que já espera uma canonização da doutora Zilda, algo que acho mais do que justo pelo tanto de vidas que ela salvou, através do seu trabalho na Pastoral da Criança.
E que no local da explosão irão construir um santuário a ela.
Espero que seja Deus quem esteja inspirando estas pessoas porque ela merece.
Interessante observar, como o disse ainda o Padre Renato, que o trabalho dela, foi feito pela metodologia de Cristo: através de pequenas comunidades, no silêncio, com simplicidade salvou milhares de vidas.
A Doutora Zilda é mais uma pessoa que está no céu ao lado de Deus, nos abençoando, e recebendo a "coroa da Glória", pelas vidas que salvou.
Descanse em paz, Zilda Arns.
E que esteja ao lado de Deus abençoada pelos anjos recebendo a sua Recompensa.
Deus te abençõe e
obrigado.
Afastando Deus e a Igreja das pessoas
Para inaugurar o blog, gostaria de partilhar uma reflexão que eu fiz à alguns tempos atrás, sobre o afastamento da religião e das pessoas.
Recentemente eu vi uma notícia de que foi publicada uma lei proibindo se fazer orações nas escolas.
Depois eu fui ver que a lei era europeia.
Foi aí que eu resolvi publicar essa reflexão e mesmo abrir este blog. Depois eu vi uma lei brasileira que pretende proibir a utilização de símbolos religiosos em edifícios públicos.
Eu devo confessar que não vi a lei em si. Mas só o conceito a mim me parece perigoso.
E porque? Já que isso se destina a se dar um respeito às outras religiões.
Sim, tudo bem, eu concordo que devemos respeitar as outras denominações religiosas, já que dizer q respeitar as outras religiões é outra coisa . - Aqui, segundo um padre me explicou certa ver, Religião seriam as grandes religiões, por exemplo, a judia, a muçulmana e a cristã. Denominações religiosas seriam, então as ramificações dessas religiões, por exemplo, no caso da cristã, a católica, a luterana, a adventista, a anglicana e assim por diante. Não sei se isso está certo. Se não estiver, por favor, corrijam-me, me dizendo a fonte, nos comentários. Mas para efeitos de raciocinio utilizarei esta distinção até explicação eu contrário. - O que eu não concordo é com a forma com que isso é feito. Explicando bem, o que eu não concordo é que para respeitar as outras religiões eu deva, na prática, esconder a minha.
Por que eu não posso falar das coisas da minha religião se eu permitir que os outros também o façam?
QUer dizer, para mim, o que deveria acontecer é que as pessoas falem das suas religiões desde que abram espaço para os outros falarem das delas.
Eu não ser ingênuo e dizer que eu sei que não existem pessoas que não pensam assim e pensam que a sua religião está certa e acabou.
Mas o que se faz com este tipo de política é corroborar esta atitude e apontá-la como única e certa.
O ensino religioso, por exemplo: não se pode falar de religiões mas de valores universais.
Mas valores, sem estarem ancorados numa religião são ideias, tão boas como quaisquer outras.
E eu vejo os jovens optando por não segui-las.
E eles tem motivos para isso.
Se eu digo que eu não posso roubar, ancorado numa religião, eu vou fazer isso como um ato de fé, porque eu acredito em Deus e que ele possa me fazer agir assim, por ama-lo. Mas tire Deus dessa equação: eu não vou roubar, por que? Por qual motivo eu naum vou tirar algo que não me pertence? Por que é legal, por que eu vou ser recompensado por isso? Mas recompensado porque, Por quem? Por que eu vou preso?
Mas por quem, se ele vê diuturnamente na imprensa e na TV que existem pessoas que roubam e não são punidas, pelo contrário são homenageadas. Se eu vejo, por exemplo, deputados, que receberam muitas acusações, ir e passear na imprensa e exigir e receber um respeito igual ao de pessoas honestas e respeitáveis.
Agora, coloquem Deus nessa análise. Por que eu não vou roubar? Por que eu tenho um Deus, que me ama e que caso eu roube, não vai me recompensar. Por que eu devo ser honesto? Por que se eu for eu vou ser recompensado. Por quem? Por Deus, que quando eu vou morrer vai me levar a um lugar bom e belíssimo por eu ser honesto.
E além disso, ao falar da minha fé, abrindo espaço para que outros falem das deles, eu vou estar cumprindo a minha função de educador, ensinando um conteúdo cultural a mais. Eu acho aliás urgente e necessário.
Porque, com as novelas da Globo eu conheço expressões e costumes e práticas da religião indiana, por exemplo, mas continuo chamando meu vizinho de "crente falso e enganador", por que eu não sei nada sobre a denominação religiosa dele, apenas o que o senso comum me demonstra e me ensina, o que, na maioria esmagadora dos casos e falso e preconceituoso.
Assim, não falar de religião é empobrecer e afastar as pessoas de Deus. E por o que no lugar?
Um conceito abstrato e que não se sustenta nisso. E as escolas e os jovens estão perdidos por aí.
E ninguém sabe por que.
Recentemente eu vi uma notícia de que foi publicada uma lei proibindo se fazer orações nas escolas.
Depois eu fui ver que a lei era europeia.
Foi aí que eu resolvi publicar essa reflexão e mesmo abrir este blog. Depois eu vi uma lei brasileira que pretende proibir a utilização de símbolos religiosos em edifícios públicos.
Eu devo confessar que não vi a lei em si. Mas só o conceito a mim me parece perigoso.
E porque? Já que isso se destina a se dar um respeito às outras religiões.
Sim, tudo bem, eu concordo que devemos respeitar as outras denominações religiosas, já que dizer q respeitar as outras religiões é outra coisa . - Aqui, segundo um padre me explicou certa ver, Religião seriam as grandes religiões, por exemplo, a judia, a muçulmana e a cristã. Denominações religiosas seriam, então as ramificações dessas religiões, por exemplo, no caso da cristã, a católica, a luterana, a adventista, a anglicana e assim por diante. Não sei se isso está certo. Se não estiver, por favor, corrijam-me, me dizendo a fonte, nos comentários. Mas para efeitos de raciocinio utilizarei esta distinção até explicação eu contrário. - O que eu não concordo é com a forma com que isso é feito. Explicando bem, o que eu não concordo é que para respeitar as outras religiões eu deva, na prática, esconder a minha.
Por que eu não posso falar das coisas da minha religião se eu permitir que os outros também o façam?
QUer dizer, para mim, o que deveria acontecer é que as pessoas falem das suas religiões desde que abram espaço para os outros falarem das delas.
Eu não ser ingênuo e dizer que eu sei que não existem pessoas que não pensam assim e pensam que a sua religião está certa e acabou.
Mas o que se faz com este tipo de política é corroborar esta atitude e apontá-la como única e certa.
O ensino religioso, por exemplo: não se pode falar de religiões mas de valores universais.
Mas valores, sem estarem ancorados numa religião são ideias, tão boas como quaisquer outras.
E eu vejo os jovens optando por não segui-las.
E eles tem motivos para isso.
Se eu digo que eu não posso roubar, ancorado numa religião, eu vou fazer isso como um ato de fé, porque eu acredito em Deus e que ele possa me fazer agir assim, por ama-lo. Mas tire Deus dessa equação: eu não vou roubar, por que? Por qual motivo eu naum vou tirar algo que não me pertence? Por que é legal, por que eu vou ser recompensado por isso? Mas recompensado porque, Por quem? Por que eu vou preso?
Mas por quem, se ele vê diuturnamente na imprensa e na TV que existem pessoas que roubam e não são punidas, pelo contrário são homenageadas. Se eu vejo, por exemplo, deputados, que receberam muitas acusações, ir e passear na imprensa e exigir e receber um respeito igual ao de pessoas honestas e respeitáveis.
Agora, coloquem Deus nessa análise. Por que eu não vou roubar? Por que eu tenho um Deus, que me ama e que caso eu roube, não vai me recompensar. Por que eu devo ser honesto? Por que se eu for eu vou ser recompensado. Por quem? Por Deus, que quando eu vou morrer vai me levar a um lugar bom e belíssimo por eu ser honesto.
E além disso, ao falar da minha fé, abrindo espaço para que outros falem das deles, eu vou estar cumprindo a minha função de educador, ensinando um conteúdo cultural a mais. Eu acho aliás urgente e necessário.
Porque, com as novelas da Globo eu conheço expressões e costumes e práticas da religião indiana, por exemplo, mas continuo chamando meu vizinho de "crente falso e enganador", por que eu não sei nada sobre a denominação religiosa dele, apenas o que o senso comum me demonstra e me ensina, o que, na maioria esmagadora dos casos e falso e preconceituoso.
Assim, não falar de religião é empobrecer e afastar as pessoas de Deus. E por o que no lugar?
Um conceito abstrato e que não se sustenta nisso. E as escolas e os jovens estão perdidos por aí.
E ninguém sabe por que.
Apresentação
Este blog foi criado por mim, um jovem da Igreja Católica com o objetivo de colocar alguns textos de minha autoria sobre alguns assuntos e situações vividos. São as minhas opiniões pessoais sobre as coisas que vivi ou que vivi.
Gostaria que os visitantes e companheiros através dos comentários e opiniões que enriquecessem com suas opiniões, que podem também ser publicadas no blog caso o autor assim o queira.
Estas são opiniões pessoais e particulares, sem q isso necessariamente represente a opinião da Igreja Católica, e nem falo por ela.
Estas opiniões são particulares e pessoais cabendo somente a mim a responsabilidade e as consequências por elas.
Gostaria que os visitantes e companheiros através dos comentários e opiniões que enriquecessem com suas opiniões, que podem também ser publicadas no blog caso o autor assim o queira.
Estas são opiniões pessoais e particulares, sem q isso necessariamente represente a opinião da Igreja Católica, e nem falo por ela.
Estas opiniões são particulares e pessoais cabendo somente a mim a responsabilidade e as consequências por elas.
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